domingo, 25 de maio de 2008

Sessão "Eu adoro a sua mochila!"

Às vezes eu acho que essa gata é doente, ou não bate muito bem da cachola.
Ela não pode ver uma bolsa ou uma mochila num canto que começa uma esfregação só.
Não foram poucas as vezes que a peguei dentro de uma sacola, ou enroscada em uma bolsa.
As fotos não deixam mentir:








O que será que passa na cabeça dela?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Diversão

"Hummm, novidade!!!"


"Tá olhando o quê???"


"É espaçosa!!!"

"Sai!!! É só minha!!!"

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Tempo de mudança!

Pois é...

Os ventos da mudança se abateram sobre a minha vida, como diria aquele célebre rock clássico... mas enfim, eis que eu e meus bigodes estamos de malas e cuias prontas para mudarmos para a idílica cidade de Ribeirão Preto, numa casinha anti-fuga de gatos (entende-se muros de 4 metros de altura devidamente telados), com quintal, área verde, grama, árvores frutíferas, clima quente e mais horas em casa para dedicação exclusiva aos piludos.
Como nem tudo são flores (infelizmente), meu consorte ficará em São Paulo até o final do ano, para conclusão de seus estudos de nível superior, porém, com a graça do Altíssimo, se reunirá à Felina Família no final do ano, de vez.
Acho que realmente os gatos têm um sexto sentido, pois eles andam eriçados como se soubessem que alguma coisa está para acontecer... só espero que eles entendam que é pra melhor. Me vêm à cabeça uma cena que vi no programa da Luiza Mell, certa vez, onde um leão que ficou a vida inteira engaiolado, pulava feliz da vida e afofava a terra de seu novo habitat, um cercado com metros e metros quadrados pra ele brincar e ser feliz. Acho que com meus gatos vai ser a mesma coisa. Afinal, são seis anos presos em apartamento telado. Mas enfim, farei questão de filmar a reação. Depois posto aqui.

Em relação à gatinha da coluna quebrada da Elizabeth, parece que a gatinha não vai poder mesmo ser operada... mas ela vai precisar de uma cadeirinha pra poder se locomover... se alguém tiver uma sem uso ou quiser ajudar a Elizabeth a adquirir uma (pois é cara de dar dó), pode mandar um e-mail pra ela: elizabeth@equipedeapoio.com.br
Vamos ajudar, pessoal, nem que for com apoio moral... não é fácil cuidar de um bigode doente, ainda mais com um problema tão sério. Deixa a gente super deprimido. Mas vai ficar tudo bem!
E meu afilhagato Caquinho tá cada vez mais fofo e mais forte... e ganhou uma família de comercial de margarina, como diz a Bia do Gatoca.
Agora é só aguardar a viagem ao paraíso! rsrsrs

"Acho que vou esperar deitado..."

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Coisas de gateira...

É incrível como uma vez gateira, sempre gateira. Essa necessidade que sentimos em ajudar os piludos desamparados é tão grande que quase sempre nos sentimos impotentes diante dos casos que vemos por aí, que gostaríamos de ajudar e nem sempre podemos.
Dias atrás vi uma moça no ônibus, à noite, com um pacotinho enrolado no colo, parecendo um charuto. De repente o pacote se mexeu e miou. Me derreti imediatamente, diante de um lindo peludo-vaquinha, e puxei assunto. A moça me contou que aquela coisinha preta e branca era uma gatinha que sofreu um acidente e quebrou a coluna. Gelei.
A moça estava voltando do hospital veterinário da USP, onde tinha levado aquela coisinha peluda e desengonçada atrás de uma cirurgia, que foi negada com a desculpa que o animal era idoso e não suportaria uma cirurgia. Quer dizer - ficar com acoluna quebrada pode, operar, não pode! E pior, já fazia um tempo que ela estava atrás de um vet que quisesse operar a gatinha, sem sucesso. Nesse meio tempo, ela estava bancando sessões de acupuntura e estimulando as necessidades fisiológicas manualmente, mas a gatinha estava em depressão e se recusava a comer e beber, ficando desidratada. Também, imagine a dor!
Trocamos e-mails e telefones e indiquei umas ongs, uns amigos, pra que ela tentasse ajuda. Hoje recebo um e-mail dela dizendo que não conseguiu ajuda, mas que não ia desistir! Imediatamente escrevi pra algumas amigas gateiras contando o problema, quem sabe nos unindo conseguimos algum jeito de aliviar o sofrimento do bichinho, nem que for achando alguém que aceite fazer a cirurgia! Se você, leitor, tiver alguma idéia, por favor avise!
Mas essa sensação de impotência não me deixa, e não consigo esquecer daqueles olhinhos tristes e desamparados...
Por outro lado, a vida também tem finais felizes. Meu afilhagato Caco está lindo, gordo, fofo e maravilhoso, junto com sua mãe Rafaella, reinando absoluto na casa nova, como todo bom déspota... hihihi Só quer saber de dormir no pescoço da mamãe, e quando ela vai trabalhar, ele senta no teclado do computador e faz um escândalo! Não é lindo???
Pelo menos uma vidinha eu ajudei a salvar da morte certa... sem contar meus quatro filhos, é claro.
Beijos a todos e bom fim de semana!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Querida

A Chérie é, como o próprio nome diz, a minha queridinha. Mas ela não tem um gênio muito fácil não. É muito assustada, chata e ciumenta que só.

Sempre que se indispõe com o Michel fica com uma cara que dá até medo.

Mas geralmente é um docinho com pessoas. E muito fotogênica, também.

Não parece um modelo felino? *mãe coruja falando*

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Afilhagato

Segunda passada tive minha primeira experiência como protetora e fui responsável por uma adoção-relâmpago!
Nossa, como é bom recolher um bigode esquelético da rua, cuidar dele, alimentá-lo e doá-lo para uma família amorosa e tudo de bom!
Assim aconteceu com o Caco, meu afilhagato recolhido do estacionamento do meu condomínio, esquelético, cheio de fome e pulgas, encardido e desconfiado, mas que foi só eu oferecer um pouco de carinho que já veio se esfregando na minha mão.
É engraçado como as coisas acontecem. No dia anterior recebi a visita de uma amiga que disse estar querendo adotar um gatinho abandonado. E ei-lo no meu caminho!
Na hora liguei pra essa amiga que ficou louca, querendo vê-lo na hora, mesmo sem poder. Levei-o pra minha casa, dei um banho com shampoo antipulgas, uma tigela de leite com pão (não tinha comida pra filhotes em casa) do qual não sobrou uma única gota, limpei as orelhas, cortei as unhas e dei a primeira dose do vermífugo, e fiquei aguardando a dona vir buscá-lo.
E is que ela chega, esbaforida porque tinha passado no pet-shop pra comprar o kit gato (caminha fofa, potinhos, brinquedos, comida, etc.). Foi amor à primeira vista.
Caquinho, em sinal de gratidão, distribuía beijinhos e afofadas pra todos os lados, e, claro, já conquistou o coração da mãe afortunada na hora - e, posteriormente, todo o resto da casa, onde reina absoluto.
E eu, madrinha-coruja, fico aqui cheia de saudades e feliz por ter participado de mais uma historinha bem sucedida!

Ei, quero atenção!

Hum, que colinho gostoso!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Fotofobia

Tem coisa mais gostosa que tirar fotos dos nossos piludinhos? Não tem, né?
Tenho milhaaaaressss de fotos deles, mas só algumas estão realmente legais.
E de câmera nova na mão, então... nem se fala!
O problema é que a nova câmera tem um sensor de foco, uma luzinha vermelha que sempre incomoda os bigodes. E o resultado é esse:


Olhinhos fechados, sempre!