quinta-feira, 26 de junho de 2008

Notícias fresquinhas!!!!

Após uma mudança turbulenta e quinze dias de adaptação, finalmente encontro num tempinho pra contar as novidades.
A mudança foi como toda mudança: estressante, cheia de muito trabalho e problemas de adaptação. E quem sentiu mais toda essa diferença foi o Michel.
Sei que gatos são sensíveis a coisas que mudem a sua rotina, e meus quatro filhinhos foram guerreiros: agüentaram cinco horas dentro da caixinha de transporte para chegarem aqui em Ribeirão, suportaram uma casa completamente diferente, pessoas entrando e saindo toda hora pra montar as coisas, agüentam ainda olharem cobiçosos pela janela um jardim cheinho de passarinhos que eles não podem pegar... (sair no quintal, por enquanto, nem pensar!), entre tantas outras coisas...
Era de se esperar que a resistência deles baixassem um pouco, mas o que me surpreendeu foi a sensibilidade do Michel.
Meu loirinho pegou uma rinotraqueíte forte e está em tratamento há uma semana. O problema é que os remédios atacam o estômago sensível do peludo e, além dos vômitos constantes, ele não quer comer nada e nem beber, e fica amuadinho pelos cantos da casa. É de cortar o coração!
E eu, a dona carrasca, além de forçar o remédio goela abaixo do menino, ainda tenho que forçar água para que ele não desidrate. Ainda bem que aqui tem veterinário que atende a domicílio!
No mais as coisas estão se encaixando. Os demais piludos estão perfeitamente adaptados, e adoraram a casa nova que tem bem mais espaço que a velha. A única coisa que sentem falta é que, nessa époica do ano, não bate sol dentro da casa e ela está sempre fresquinha (no verão deve ser uma delícia!).
Logo escrevo mais pra dar notícias do Michel!
Beijos!



segunda-feira, 9 de junho de 2008

Contagem regressiva!

Finalmente está chegando a data da mudança.
Meus bigodes andam agitados e carentes, pressentindo que algo estranho está para acontecer.
Não vejo a hora de mudar e ter meu canto sossegado novamente, bem como liberdade irrestrita dentro de casa para mim e para os meus piludos.
Enfim, ficarei sem internet por alguns dias, pois pedi a transferência da linha, mas assim que me instalar na casa nova tirarei várias fotos pra postar aqui bem como responderei a todos os recadinhos que foram deixados.
Pra não perder o costume de postar, vou colocar uma foto da Luna, a gatinha dengosa da vizinha de apartamento do meu namorado, que adora passear nos apartamentos alheios.
Beijos!


terça-feira, 27 de maio de 2008

Banho de sol

Fala se não dá vontade de pegar um solzinho nesse frio???






domingo, 25 de maio de 2008

Sessão "Eu adoro a sua mochila!"

Às vezes eu acho que essa gata é doente, ou não bate muito bem da cachola.
Ela não pode ver uma bolsa ou uma mochila num canto que começa uma esfregação só.
Não foram poucas as vezes que a peguei dentro de uma sacola, ou enroscada em uma bolsa.
As fotos não deixam mentir:








O que será que passa na cabeça dela?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Diversão

"Hummm, novidade!!!"


"Tá olhando o quê???"


"É espaçosa!!!"

"Sai!!! É só minha!!!"

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Tempo de mudança!

Pois é...

Os ventos da mudança se abateram sobre a minha vida, como diria aquele célebre rock clássico... mas enfim, eis que eu e meus bigodes estamos de malas e cuias prontas para mudarmos para a idílica cidade de Ribeirão Preto, numa casinha anti-fuga de gatos (entende-se muros de 4 metros de altura devidamente telados), com quintal, área verde, grama, árvores frutíferas, clima quente e mais horas em casa para dedicação exclusiva aos piludos.
Como nem tudo são flores (infelizmente), meu consorte ficará em São Paulo até o final do ano, para conclusão de seus estudos de nível superior, porém, com a graça do Altíssimo, se reunirá à Felina Família no final do ano, de vez.
Acho que realmente os gatos têm um sexto sentido, pois eles andam eriçados como se soubessem que alguma coisa está para acontecer... só espero que eles entendam que é pra melhor. Me vêm à cabeça uma cena que vi no programa da Luiza Mell, certa vez, onde um leão que ficou a vida inteira engaiolado, pulava feliz da vida e afofava a terra de seu novo habitat, um cercado com metros e metros quadrados pra ele brincar e ser feliz. Acho que com meus gatos vai ser a mesma coisa. Afinal, são seis anos presos em apartamento telado. Mas enfim, farei questão de filmar a reação. Depois posto aqui.

Em relação à gatinha da coluna quebrada da Elizabeth, parece que a gatinha não vai poder mesmo ser operada... mas ela vai precisar de uma cadeirinha pra poder se locomover... se alguém tiver uma sem uso ou quiser ajudar a Elizabeth a adquirir uma (pois é cara de dar dó), pode mandar um e-mail pra ela: elizabeth@equipedeapoio.com.br
Vamos ajudar, pessoal, nem que for com apoio moral... não é fácil cuidar de um bigode doente, ainda mais com um problema tão sério. Deixa a gente super deprimido. Mas vai ficar tudo bem!
E meu afilhagato Caquinho tá cada vez mais fofo e mais forte... e ganhou uma família de comercial de margarina, como diz a Bia do Gatoca.
Agora é só aguardar a viagem ao paraíso! rsrsrs

"Acho que vou esperar deitado..."

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Coisas de gateira...

É incrível como uma vez gateira, sempre gateira. Essa necessidade que sentimos em ajudar os piludos desamparados é tão grande que quase sempre nos sentimos impotentes diante dos casos que vemos por aí, que gostaríamos de ajudar e nem sempre podemos.
Dias atrás vi uma moça no ônibus, à noite, com um pacotinho enrolado no colo, parecendo um charuto. De repente o pacote se mexeu e miou. Me derreti imediatamente, diante de um lindo peludo-vaquinha, e puxei assunto. A moça me contou que aquela coisinha preta e branca era uma gatinha que sofreu um acidente e quebrou a coluna. Gelei.
A moça estava voltando do hospital veterinário da USP, onde tinha levado aquela coisinha peluda e desengonçada atrás de uma cirurgia, que foi negada com a desculpa que o animal era idoso e não suportaria uma cirurgia. Quer dizer - ficar com acoluna quebrada pode, operar, não pode! E pior, já fazia um tempo que ela estava atrás de um vet que quisesse operar a gatinha, sem sucesso. Nesse meio tempo, ela estava bancando sessões de acupuntura e estimulando as necessidades fisiológicas manualmente, mas a gatinha estava em depressão e se recusava a comer e beber, ficando desidratada. Também, imagine a dor!
Trocamos e-mails e telefones e indiquei umas ongs, uns amigos, pra que ela tentasse ajuda. Hoje recebo um e-mail dela dizendo que não conseguiu ajuda, mas que não ia desistir! Imediatamente escrevi pra algumas amigas gateiras contando o problema, quem sabe nos unindo conseguimos algum jeito de aliviar o sofrimento do bichinho, nem que for achando alguém que aceite fazer a cirurgia! Se você, leitor, tiver alguma idéia, por favor avise!
Mas essa sensação de impotência não me deixa, e não consigo esquecer daqueles olhinhos tristes e desamparados...
Por outro lado, a vida também tem finais felizes. Meu afilhagato Caco está lindo, gordo, fofo e maravilhoso, junto com sua mãe Rafaella, reinando absoluto na casa nova, como todo bom déspota... hihihi Só quer saber de dormir no pescoço da mamãe, e quando ela vai trabalhar, ele senta no teclado do computador e faz um escândalo! Não é lindo???
Pelo menos uma vidinha eu ajudei a salvar da morte certa... sem contar meus quatro filhos, é claro.
Beijos a todos e bom fim de semana!